O OBS Studio 33.0 foi lançado em 23 de outubro e traz uma mudança de base que quem transmite ao vivo precisa conhecer: o navegador embutido saltou de uma versão de 2024 para uma de setembro de 2026. Há ainda uma nova estrutura de plugins e ajustes no editor de cena.
Sumário
Navegador novo, overlays para testar
O OBS usa o CEF (Chromium Embedded Framework) para as fontes de navegador e os painéis acoplados. Na versão 33 o CEF passou da série 127 para a 150. É o motor que roda alertas, overlays e widgets de serviços como StreamElements e Streamlabs.
Segundo a equipe, o trabalho é de bastidor e deveria passar despercebido. Mesmo assim, teste seus overlays antes de entrar ao vivo; o próprio projeto pede relatos de comportamentos estranhos nas fontes de navegador.
Plugins mudam de lugar
O carregamento de plugins foi refeito. Os plugins oficiais agora ficam em uma pasta chamada core, e os de terceiros ganham novo local e estrutura. Os plugins antigos continuam funcionando nos caminhos legados até o OBS 34, então há tempo, mas vale checar com os autores se cada extensão já tem versão atualizada.
Ajustes no dia a dia
- Encaixe no preview: indicador visual novo e encaixe em todo o eixo; fontes ocultas não atraem mais os elementos.
- Atalhos de monitoramento de áudio: dá para ligar e desligar o retorno de uma fonte sem abrir as propriedades.
- Aviso de encoder ausente: ao carregar um perfil criado em outra máquina, o OBS avisa se o codificador não existe, evitando falhas silenciosas.
- NVENC em Arm64 habilitado.
- Correção de um problema de B-frame no AMF que podia derrubar a transmissão.
No Linux, o suporte ao Ubuntu 24.04 foi removido; os pacotes passam a mirar o 26.04, e o Flatpak continua disponível. O Modo de Segurança também deixou de iniciar o servidor WebSocket e de carregar plugins de terceiros.
Fontes: 9to5Linux e notas oficiais no GitHub.










